terça-feira, 18 de novembro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
sábado, 21 de junho de 2008
O PROCON é hoje um órgão de denúncia e proteção ao cidadão
O PROCON situado em Belo Horizonte, foi fundado em 1991, é um órgão integrante do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor seu principal objetivo é desenvolver ações de caráter preventivo e pedagógico, e de alguma forma proteger o consumidor, o órgão, PROCON , tem como foco solucionar problemas envolvendo consumidores e fornecedores. O PROCON atende individualmente e fiscaliza os fornecedores em geral .
Serviço de Atendimento ao Consumidor
Para a comerciante Neusa Queiroz, 54 anos, diz que a principal função do órgão é esclarecer dúvidas sobre consumo e que o lugar merece credibilidade e confiança. Quando precisou dos serviços do PROCON D. Neusa procurou respostas sobre INSS e lá foi atendida e bem orientada, só se queixou da demora no atendimento e sugeriu novas contratações para uma maior agilidade neste quesito. Em termos de satisfação ela acha que o aproveitamento do órgão é de 90%.

Cidadãos comuns que se sintam lesados de alguma forma por empresas de prestação de serviços, bens de consumo ou qualquer segmento tem o direito de reivindicar seus direitos de reembolso ou a um acordo pré estabelecido. A justiça possui leis específicas ao consumidor, vários órgãos se comprometem a fiscalizar e pesquisar melhorias no mercado.
Dalila Moreira de 22 anos, estudante de geografia da PUC Minas já se sentiu lesada com a operadora “OI” e tentou sanar o problema de várias formas e só foi solucionado quando ameaçou procurar o PROCON. A estudante diz que a única vez que usou os serviços do órgão de defesa do consumidor foi pelo telefone e se sentiu satisfeita com atendimento que foi claro e eficiente e a porcentagem de aproveitamento é de 70%. Pra Dalila o órgão: “É muito prático os benefícios do PROCON, porque evita de procurar o Juizado de pequenas causas e é um lugar de fazer valer os direitos e deveres do consumidor”,diz.
Por dia são atendidas mais ou menos 250 pessoas no balcão com alguma observação quanto a algum tipo de serviço que não os satisfizeram e além do balcão há atendimentos por fax, telefone e internet. Para agilidade e realização deste atendimento o cidadão que se sentir lesado deve apresentar toda a documentação relativa ao problema que são as seguintes: nota fiscal, orçamento, contrato ou recibo, CPF e documento de identidade do reclamante.
Educação para o Consumo
Hoje em dia existe um projeto de educação para o consumidor para se comprar com mais consciência e adquirir conhecimentos suficientes para saber seus direitos,todos os conceitos expostos neste projeto partem de ações realizadas com base no código de defesa do consumidor.
Panfletos e cartilhas informativas são distribuídos para consumidores todos os domingos na feira de artesanato da Av. Afonso Pena, qualquer dúvida pode ser tirada por um advogado ali presente.
O atendimento à consumidores com qualquer tipo de reclamação de qualquer segmento comercial pode procurar a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor - Procon/BH, localizado a :
R . Espírito Santo, 505, Centro
Tel.: (31) 3277-9503
Chamada:O PROCON é hoje um órgão de denúncia e proteção ao cidadão
Serviço de Atendimento ao Consumidor
Para a comerciante Neusa Queiroz, 54 anos, diz que a principal função do órgão é esclarecer dúvidas sobre consumo e que o lugar merece credibilidade e confiança. Quando precisou dos serviços do PROCON D. Neusa procurou respostas sobre INSS e lá foi atendida e bem orientada, só se queixou da demora no atendimento e sugeriu novas contratações para uma maior agilidade neste quesito. Em termos de satisfação ela acha que o aproveitamento do órgão é de 90%.

Cidadãos comuns que se sintam lesados de alguma forma por empresas de prestação de serviços, bens de consumo ou qualquer segmento tem o direito de reivindicar seus direitos de reembolso ou a um acordo pré estabelecido. A justiça possui leis específicas ao consumidor, vários órgãos se comprometem a fiscalizar e pesquisar melhorias no mercado.
Dalila Moreira de 22 anos, estudante de geografia da PUC Minas já se sentiu lesada com a operadora “OI” e tentou sanar o problema de várias formas e só foi solucionado quando ameaçou procurar o PROCON. A estudante diz que a única vez que usou os serviços do órgão de defesa do consumidor foi pelo telefone e se sentiu satisfeita com atendimento que foi claro e eficiente e a porcentagem de aproveitamento é de 70%. Pra Dalila o órgão: “É muito prático os benefícios do PROCON, porque evita de procurar o Juizado de pequenas causas e é um lugar de fazer valer os direitos e deveres do consumidor”,diz.
Por dia são atendidas mais ou menos 250 pessoas no balcão com alguma observação quanto a algum tipo de serviço que não os satisfizeram e além do balcão há atendimentos por fax, telefone e internet. Para agilidade e realização deste atendimento o cidadão que se sentir lesado deve apresentar toda a documentação relativa ao problema que são as seguintes: nota fiscal, orçamento, contrato ou recibo, CPF e documento de identidade do reclamante.
Educação para o Consumo
Hoje em dia existe um projeto de educação para o consumidor para se comprar com mais consciência e adquirir conhecimentos suficientes para saber seus direitos,todos os conceitos expostos neste projeto partem de ações realizadas com base no código de defesa do consumidor.
Panfletos e cartilhas informativas são distribuídos para consumidores todos os domingos na feira de artesanato da Av. Afonso Pena, qualquer dúvida pode ser tirada por um advogado ali presente.
O atendimento à consumidores com qualquer tipo de reclamação de qualquer segmento comercial pode procurar a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor - Procon/BH, localizado a :
R . Espírito Santo, 505, Centro
Tel.: (31) 3277-9503
Chamada:O PROCON é hoje um órgão de denúncia e proteção ao cidadão
quinta-feira, 5 de junho de 2008
A década de chumbo
A semana de 68 realizada entre os dias 28 a 30 Maio retratou mais uma vez em forma de protesto episódios acontecidos na época. A assistente social formada pela PUC MG, Gilse Cosenza, que fazia parte dos alunos da universidade Católica em pleno o golpe militar no ano de 1968 no auge da invasão de policiais militares às faculdades de todo o país e também no exterior. A liberdade de expressão foi um dos direitos que lhes foram tirados. Gilse Cosenza viveu na pele o que foi a ditadura militar, ela foi presa, torturada fisicamente e psicologicamente. A acusação que justificou sua prisão foram suas boas notas e seu interesse pela leitura. Mas antes de ser presa tentou fugir e passou por várias cidades do país e em cada lugar que ia adotava uma identidade diferente. O mais interessante foi a maneira com que os jovens se “adaptaram” com idéias originais, como por exemplo as reuniões que eram feitas à noite com luzes apagadas para não chamar a atenção da polícia e também a bolinhas de gude que os estudantes carregavam no bolso para derrubar cavalos da polícia em manifestações afim de dispersar a multidão.
Os protestos começaram a pipocar pelo país e a violência contra o populares que reivindicavam seus direitos arrancados pelo sistema. A democracia foi desfeita de um dia pro outro, o período foi marcado pelo fechamento extremado dos regimes constituídos. Tudo mudou não se podia falar sobre política, a censura passou a fazer parte do cotidiano os artistas reclamavam que tinham que mudar seus shows de acordo com a decisão dos responsáveis pelo corte de mensagens subversivas.
Todos os adeptos do comunismo eram perseguidos até as últimas conseqüências, muitos desapareceram, morreram ou foram exilados. Foi um momento de turbulência e de grandes mudanças principalmente culturais.
O Ato Institucional número 5, o famoso e tenebroso AI-5, foi a gota d’água para os que iam de encontro ao militarismo, este ato negava o direito de advogados aos presos e também vetou o recurso de liberdade concebido através do habbeas corpus e que tornou o golpe militar muito mais agressivo e favorável ao governo ditatorial.
As metáforas tiveram grande importância e utilidade para se propagar idéias que continham pensamentos comunistas.Gilse foi presa e torturada ,mas, não perdeu o bom humor e retratou de maneira fantástica e emocionante sua história durante os anos de luta contra o regime militar.
Os protestos começaram a pipocar pelo país e a violência contra o populares que reivindicavam seus direitos arrancados pelo sistema. A democracia foi desfeita de um dia pro outro, o período foi marcado pelo fechamento extremado dos regimes constituídos. Tudo mudou não se podia falar sobre política, a censura passou a fazer parte do cotidiano os artistas reclamavam que tinham que mudar seus shows de acordo com a decisão dos responsáveis pelo corte de mensagens subversivas.
Todos os adeptos do comunismo eram perseguidos até as últimas conseqüências, muitos desapareceram, morreram ou foram exilados. Foi um momento de turbulência e de grandes mudanças principalmente culturais.
O Ato Institucional número 5, o famoso e tenebroso AI-5, foi a gota d’água para os que iam de encontro ao militarismo, este ato negava o direito de advogados aos presos e também vetou o recurso de liberdade concebido através do habbeas corpus e que tornou o golpe militar muito mais agressivo e favorável ao governo ditatorial.
As metáforas tiveram grande importância e utilidade para se propagar idéias que continham pensamentos comunistas.Gilse foi presa e torturada ,mas, não perdeu o bom humor e retratou de maneira fantástica e emocionante sua história durante os anos de luta contra o regime militar.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Comida di Buteco em BH

Há nove anos que acontece em Belo Horizonte o evento comida de buteco que reúne bares de todas as regiões da cidade para competirem qual o melhor tira gosto servido entre eles. O que não falta é criatividade. No bar do caixote por exemplo o prato servido é o "Segredo do caixote" feito de frango empanado com queijo minas, e bacon vem acompanhado de dois molhos e torresmo. Este ano o evento começou em onze de Abril.
O sabor do prato, o atendimento, a qualidade e a temperatura da cerveja são itens avaliados pelos frequentadores dos diversos bares inscritos no evento. No ano passado(2007) foram mais de 130 mil votos. Pode se citar outros participantes como: Amigos e antigos, Armazém do Árabe, Bar da Ana, Bar da Cida e vários outros concorrentes entre si.
Nos dias 17 e 18 de Maio acontece a Saideira, que é a festa de encerramento e esse ano conta com shows de Vander Lee, Trio Mocotó a Velha guarda da portela dentre outros. A cada ano aumenta o número de pessoas que comparecem tanto na festa de lançamento quanto de encerramento.
O telefone do bar do Caixote, 3376-3010 e se localiza,rua Engenho Nogueira, 189, bairro João Pinheiro. O lugar é interessante porque no lugar de cadeiras os "butequeiros" se acomodam em caixotes, o que atrae a curiosidade de muitos.
O sabor do prato, o atendimento, a qualidade e a temperatura da cerveja são itens avaliados pelos frequentadores dos diversos bares inscritos no evento. No ano passado(2007) foram mais de 130 mil votos. Pode se citar outros participantes como: Amigos e antigos, Armazém do Árabe, Bar da Ana, Bar da Cida e vários outros concorrentes entre si.
Nos dias 17 e 18 de Maio acontece a Saideira, que é a festa de encerramento e esse ano conta com shows de Vander Lee, Trio Mocotó a Velha guarda da portela dentre outros. A cada ano aumenta o número de pessoas que comparecem tanto na festa de lançamento quanto de encerramento.
O telefone do bar do Caixote, 3376-3010 e se localiza,rua Engenho Nogueira, 189, bairro João Pinheiro. O lugar é interessante porque no lugar de cadeiras os "butequeiros" se acomodam em caixotes, o que atrae a curiosidade de muitos.
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segunda-feira, 7 de abril de 2008
Entrevista com Domingos Meireles
A academia brasileira de letras recebe o autor e escritor Domingos Meireles que conta um pouco de sua trajetória profissional . Em sua apresentação em Belo Horizonte para vários estudantes conta que começou sua vida no jornalismo primeiramente trabalhando no jornal A última hora , no qual estagiou por um tempo mesmo sem ter cursado superior . Afirma ter escolhido este veículo de comunicação pela resistência ao golpe militar de 64. Foi este o único jornal a ser invadido em 1964 pelos miltares que quebraram toda a parte gráfica e outros equipamentos. Para ele o jornal A última hora simbolicamente servia de abrigo e acolhida aos que defendiam o estado de direito . Todo o restante da imprensa aderiu ao golpe .
Segundo Meireles naquela época ocorreram muitas injustiças como por exemplo a afastamento de professores , cassação de políticos e funcionários públicos e estes fatos o incomodaram quanto cidadão. "Era um rosário de violência e agressão ". A passagem pelo "A última hora " desenvolveu seu caráter como pessoa e cidadão .
Na opinião de Domingos Meireles ao contrário do que é pregado , o jornalista ter posicionamento quanto aos fatos porém sem distorcê-los . É importante ter visão : O que acontece ? Por que acontece ? E registar os fatos .
O autor e jornalista já trabalhou no Estadão , no jornal O globo e na rede Globo onde permanece até hoje como apresentador . Se envolveu na literatura historiográfica em 1974 quando foi ao Piauí à trabalho enviado pelo Estadão . O interesse pela história surge quando começa a questionar que a historiografia esconde episódios e privilegia outros .
Com relação a informação , Meireles deixa bem claro a falta de interesse dos brasileiros pelo hábito da leitura , quando diz que existe preguiça por parte das pessoas . O seu ponto de vista é que "não é a situação econômica que vai tornar um cidadão leitor ou não . Estamos em país de não leitores e isso é pior do que a dengue ."
Finaliza sua entrevista com algumas observações . Como por exemplo : que o conhecimento deve circular de maneira vertical e é contra ao monopólio da informação . E que "O jornal é um registro historiográfico . O jornal é um documento ."
Segundo Meireles naquela época ocorreram muitas injustiças como por exemplo a afastamento de professores , cassação de políticos e funcionários públicos e estes fatos o incomodaram quanto cidadão. "Era um rosário de violência e agressão ". A passagem pelo "A última hora " desenvolveu seu caráter como pessoa e cidadão .
Na opinião de Domingos Meireles ao contrário do que é pregado , o jornalista ter posicionamento quanto aos fatos porém sem distorcê-los . É importante ter visão : O que acontece ? Por que acontece ? E registar os fatos .
O autor e jornalista já trabalhou no Estadão , no jornal O globo e na rede Globo onde permanece até hoje como apresentador . Se envolveu na literatura historiográfica em 1974 quando foi ao Piauí à trabalho enviado pelo Estadão . O interesse pela história surge quando começa a questionar que a historiografia esconde episódios e privilegia outros .
Com relação a informação , Meireles deixa bem claro a falta de interesse dos brasileiros pelo hábito da leitura , quando diz que existe preguiça por parte das pessoas . O seu ponto de vista é que "não é a situação econômica que vai tornar um cidadão leitor ou não . Estamos em país de não leitores e isso é pior do que a dengue ."
Finaliza sua entrevista com algumas observações . Como por exemplo : que o conhecimento deve circular de maneira vertical e é contra ao monopólio da informação . E que "O jornal é um registro historiográfico . O jornal é um documento ."
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